Bem, você fez bonito comigo e tem certeza que eu senti
Eu tentei ficar frio mas você é tão quente que me
derreti
Eu caí por entre o rochedo
E estou tentando voltar
Antes que o frio passe
Eu estarei dando o melhor que posso
Nada me deterá a não ser intervenção divina
Reconheço que é minha vez novamente de ganhar algumas
e aprender algumas
Eu não hesitarei mais
Sem mais, não posso esperar, eu sou seu
Bem, abra sua mente e veja como eu
Abra seus planos, e caramba, você é livre
Olhe dentro do seu coração e você vai encontrar amor amor amor
Ouça a música do momento e talvez cante comigo
Eu gosto da pacífica melodia
É seu direito divino de ser amada, amor, amada, amor
Então eu não hesitarei mais
Sem mais, não posso esperar, tenho certeza
Não há necessidade de complicar
Nosso tempo é curto
Este é nosso destino, eu sou seu
Eu passei muito tempo olhando minha língua no espelho
E fazendo de tudo para poder entender melhor
Meu hálito embaçou todo o vidro
Então eu desenhei um rosto feliz e ri
Acho que o que estou dizendo é que não ha razão
melhor
Se livrar da vaidade e apenas ir com o ritmo
è o que esperamos fazer
Nosso nome é nossa virtude
Então eu não hesitarei mais
Sem mais, não posso esperar, tenho certeza
Não há necessidade de complicar
Nosso tempo é curto
Este é nosso destino, eu sou seu
Bem, abra sua mente e veja como eu
Abra seus planos, e caramba, você é livre
Olhe dentro do seu coração e você vai encontrar amor amor amor
Ouça a música do momento e talvez cante comigo
Eu gosto da alegre melodia
É seu direito divino de ser amada, amor, amada, amor
I'm Yours ( tradução)
Jason Mraz
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Se você vem aqui, comenta oras!!!
Ai...
Hoje preciso fazer um desabafo...
Percebo pelo número de visitas do meu blog, que muitas pessoas passam por aqui...pelo menos mais do que eu espero!
Mas quase nunca alguém escreve qq coisinha pra mim!
Pessoal, fica aqui meu pedido...
Se gostou, se não gostou....não importa: COMENTEM...
E faça uma amiga feliz!!!
Por falar em felicidade, ando muito feliz ultimamente...
Quero dizer, depois de uma grande tristeza....estou começando a sorrir de novo.
É claro que essa alegria tem um nome.
Mas hj vou guardar só pra mim.
Só HOJE!
Hoje preciso fazer um desabafo...
Percebo pelo número de visitas do meu blog, que muitas pessoas passam por aqui...pelo menos mais do que eu espero!
Mas quase nunca alguém escreve qq coisinha pra mim!
Pessoal, fica aqui meu pedido...
Se gostou, se não gostou....não importa: COMENTEM...
E faça uma amiga feliz!!!
Por falar em felicidade, ando muito feliz ultimamente...
Quero dizer, depois de uma grande tristeza....estou começando a sorrir de novo.
É claro que essa alegria tem um nome.
Mas hj vou guardar só pra mim.
Só HOJE!
domingo, 15 de fevereiro de 2009
O que eu quero...e quero já!
Quero sorrisos verdadeiros
Quero abraços apertados
Quero beijos intermináveis
Quero mordidas carinhosas
Quero palavras confiáveis
Quero arrepios surpreendentes
Quero atitudes sinceras
Quero gargalhadas gostosas
Quero momentos inesquecíveis
Quero respeito acima de tudo
Nada de brigas, nada de confusões
Só quero paz no meu coração!!!
Quero abraços apertados
Quero beijos intermináveis
Quero mordidas carinhosas
Quero palavras confiáveis
Quero arrepios surpreendentes
Quero atitudes sinceras
Quero gargalhadas gostosas
Quero momentos inesquecíveis
Quero respeito acima de tudo
Nada de brigas, nada de confusões
Só quero paz no meu coração!!!
Cansaço
Tenho um grande amigo que escreve muitoooo! Aliás, ele escreve tão bem, que muitas das crônicas dele nos fazem enxergar um espelho.
Reflete cada pedacinho de nós...
Ele tem um dos meus blogs preferidos. E o nome dele é Marcos Cabral.
Esse texto é impossível não colocar no meu blog, não só pra homenageá-lo mas também por ser tão verdadeiro e tocar fundo na minha alma.
Espero que gostem!
Estou cansada de fingir. Cansada de encher a boca para anunciar como sou atraente para os homens, quando na verdade tudo que eu queria era chamar atenção apenas de uma pessoa. De saco cheio de falar pelos cotovelos, quando tudo que eu preciso é ficar um pouco em silêncio e pensar, refletir, quem sabe me acalmar. Esgotada por completo de tudo. Até mesmo de dizer que estava com saudade de mim mesma, quando na verdade não sei se sentia tanta falta assim. Afinal, nem sei quem é essa estranha desconhecida: eu mesma.
Não posso mais suportar a dor da batalha, o paradoxo que existe dentro de mim. Sou um retrato em três por quatro do mundo. Da espécie humana. Todos são atores, interpretam papéis e fingem ser o que não são. Inclusive eu. Tímidos que fingem ser extrovertidos para não expor sua introspecção. Extrovertidos que se passam por tímidos, para atrair a atenção exatamente pela timidez calculadamente treinada. E a sinceridade some, pouco a pouco, até que cada um de nós perca a exata medida do que é. Estranho assim.
Eu, por exemplo. Sou uma mulher carente. Melancolicamente abandonada por mim. Isso me leva a gritar em frente ao espelho, dizer em alto e bom som que todos me amam, que eu sou o ser mais atraente desse planeta para tentar me convencer. Mas no fundo, não consigo enganar e nem sequer atrair quem realmente interessa: eu. E por ter fugido de mim, vou criando essa farsa maior, tentando colocar dentro da mesma veste um outro ser, criado meticulosamente. E que é diametralmente oposto a mim.
Só o que eu desejo é um pouco de atenção. É tudo que preciso há muito tempo e o que mais me deixa infeliz quando não consigo obter. Sempre sonhei com uma família normal, um marido, dois filhos, uma casa para cuidar, um cachorro para brincar. Nada que fuja muito disso. Mas preferi fingir que desprezava tudo isso. Marido, filhos, cachorro, tudo besteira. De repente, decido que sou da noite, da festa, da bebida. Desprezo sentimentos, odeio as imposições sociais hipócritas. Monogamia deveria ser crime. Quero provar muitos homens, mesmo tendo um a me esperar em casa quando chego, cheirando a bebida e cigarro. Tempos modernos baby.
Subverto-me a cada segundo. E a mulher forte, decidida e inabalável que acaba de dar uma resposta fatal para um comentário fútil, de repente, derrete-se em lágrimas. Borra toda a maquiagem estrategicamente pensada. Para chocar? Ou apenas para ser comentada? O choro convulsivo também passa a ser questionável. Mais uma arma para atrair os olhares do mundo, como a resposta malcriada que antecedeu o choro? Como o cigarro que queima pelos cantos, apenas por causa da placa bem visível que anuncia: proibido fumar. Estou cansada de dormir sem saber quem está ali. Meu sono escapa, voa pela janela, só fica a lassidão de mim.
Estou cansada de criticar o sistema. De apontar os defeitos escandalosamente expostos, de falar mal do que está aí até cansar. Xingar, xingar e xingar. Finjo, tento enganar-me. Mas tudo o que eu quero é pular para dentro do sistema, ser parte dele. Aproveitar-me das benesses, das mamatas, das falcatruas. Legais, mas imorais. Quero ser amoral, que me dêem a pílula azul. Vou mergulhar no sistema sem olhar para trás, sem peso na consciência, sem crises morais. Meu preço é vil, o metal também. Faltam propostas, quero chorar. Por fineza, paguem a última conta do analista, nunca mais quero saber quem eu sou.
Reflete cada pedacinho de nós...
Ele tem um dos meus blogs preferidos. E o nome dele é Marcos Cabral.
Esse texto é impossível não colocar no meu blog, não só pra homenageá-lo mas também por ser tão verdadeiro e tocar fundo na minha alma.
Espero que gostem!
Estou cansada de fingir. Cansada de encher a boca para anunciar como sou atraente para os homens, quando na verdade tudo que eu queria era chamar atenção apenas de uma pessoa. De saco cheio de falar pelos cotovelos, quando tudo que eu preciso é ficar um pouco em silêncio e pensar, refletir, quem sabe me acalmar. Esgotada por completo de tudo. Até mesmo de dizer que estava com saudade de mim mesma, quando na verdade não sei se sentia tanta falta assim. Afinal, nem sei quem é essa estranha desconhecida: eu mesma.
Não posso mais suportar a dor da batalha, o paradoxo que existe dentro de mim. Sou um retrato em três por quatro do mundo. Da espécie humana. Todos são atores, interpretam papéis e fingem ser o que não são. Inclusive eu. Tímidos que fingem ser extrovertidos para não expor sua introspecção. Extrovertidos que se passam por tímidos, para atrair a atenção exatamente pela timidez calculadamente treinada. E a sinceridade some, pouco a pouco, até que cada um de nós perca a exata medida do que é. Estranho assim.
Eu, por exemplo. Sou uma mulher carente. Melancolicamente abandonada por mim. Isso me leva a gritar em frente ao espelho, dizer em alto e bom som que todos me amam, que eu sou o ser mais atraente desse planeta para tentar me convencer. Mas no fundo, não consigo enganar e nem sequer atrair quem realmente interessa: eu. E por ter fugido de mim, vou criando essa farsa maior, tentando colocar dentro da mesma veste um outro ser, criado meticulosamente. E que é diametralmente oposto a mim.
Só o que eu desejo é um pouco de atenção. É tudo que preciso há muito tempo e o que mais me deixa infeliz quando não consigo obter. Sempre sonhei com uma família normal, um marido, dois filhos, uma casa para cuidar, um cachorro para brincar. Nada que fuja muito disso. Mas preferi fingir que desprezava tudo isso. Marido, filhos, cachorro, tudo besteira. De repente, decido que sou da noite, da festa, da bebida. Desprezo sentimentos, odeio as imposições sociais hipócritas. Monogamia deveria ser crime. Quero provar muitos homens, mesmo tendo um a me esperar em casa quando chego, cheirando a bebida e cigarro. Tempos modernos baby.
Subverto-me a cada segundo. E a mulher forte, decidida e inabalável que acaba de dar uma resposta fatal para um comentário fútil, de repente, derrete-se em lágrimas. Borra toda a maquiagem estrategicamente pensada. Para chocar? Ou apenas para ser comentada? O choro convulsivo também passa a ser questionável. Mais uma arma para atrair os olhares do mundo, como a resposta malcriada que antecedeu o choro? Como o cigarro que queima pelos cantos, apenas por causa da placa bem visível que anuncia: proibido fumar. Estou cansada de dormir sem saber quem está ali. Meu sono escapa, voa pela janela, só fica a lassidão de mim.
Estou cansada de criticar o sistema. De apontar os defeitos escandalosamente expostos, de falar mal do que está aí até cansar. Xingar, xingar e xingar. Finjo, tento enganar-me. Mas tudo o que eu quero é pular para dentro do sistema, ser parte dele. Aproveitar-me das benesses, das mamatas, das falcatruas. Legais, mas imorais. Quero ser amoral, que me dêem a pílula azul. Vou mergulhar no sistema sem olhar para trás, sem peso na consciência, sem crises morais. Meu preço é vil, o metal também. Faltam propostas, quero chorar. Por fineza, paguem a última conta do analista, nunca mais quero saber quem eu sou.
Cara a cara - Barão Vermelho
Começou a temporada das letras de músicas que falam por mim!
E vamos de Barão Vermelho hj....
Eu não estou aqui pra brigar com você
E nem pretendo mais me aborrecer
Embora eu ache que era a hora
Depois de toda essa demora
Que não foi capaz de me adormecer
Nossas almas gêmeas então mudaram de tom e cor
Nossa cela já não tem mais chave mas você ficou
No meio da sala perdida e só sem uma direção
E meio cansada de ver fugir num instante tudo que sonhou
E tudo que eu tentei fazer
Pra te ver mais feliz
E tudo que eu tentei esquecer
Eu fiz também por mim
Nossas almas gêmeas então mudaram de tom e cor
Nossa cela já não tem mais chave mas você ficou
No meio da sala perdida e só sem uma direção
E meio cansada de ver fugir num instante tudo que sonhou
E tudo que eu tentei fazer
Pra te ver mais feliz
E tudo que eu tentei esquecer
Eu fiz também por mim
Estamos agora cara a cara
Caímos numa armadilha rara
Sem alma sem sede e sem reação
Agora é tarde pra ter volta
Estamos ainda em nossa casa
Longe da alegria e mais perto da dor
E tudo que eu tentei fazer
Pra te ver mais feliz
E tudo que eu tentei esquecer
Eu fiz também por mim
E vamos de Barão Vermelho hj....
Eu não estou aqui pra brigar com você
E nem pretendo mais me aborrecer
Embora eu ache que era a hora
Depois de toda essa demora
Que não foi capaz de me adormecer
Nossas almas gêmeas então mudaram de tom e cor
Nossa cela já não tem mais chave mas você ficou
No meio da sala perdida e só sem uma direção
E meio cansada de ver fugir num instante tudo que sonhou
E tudo que eu tentei fazer
Pra te ver mais feliz
E tudo que eu tentei esquecer
Eu fiz também por mim
Nossas almas gêmeas então mudaram de tom e cor
Nossa cela já não tem mais chave mas você ficou
No meio da sala perdida e só sem uma direção
E meio cansada de ver fugir num instante tudo que sonhou
E tudo que eu tentei fazer
Pra te ver mais feliz
E tudo que eu tentei esquecer
Eu fiz também por mim
Estamos agora cara a cara
Caímos numa armadilha rara
Sem alma sem sede e sem reação
Agora é tarde pra ter volta
Estamos ainda em nossa casa
Longe da alegria e mais perto da dor
E tudo que eu tentei fazer
Pra te ver mais feliz
E tudo que eu tentei esquecer
Eu fiz também por mim
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