Frequentemente observo nas pessoas atitudes que considero ridículas e obtusas.
Frequentemente observo hiprocrisias tão grandes que reflito no meu espelho pessoal.
Não adianta falar sobre algo se vc não tem a capacidade de assumir tais atitudes em alguns momentos da sua vida.
Explico:
Por mais que eu me enfureça com determinadas situações, percebo em que muitos momentos agi de forma parecida ou mesmo igual àquilo que critico veemente.
A única conclusão que tiro disso tudo é que somos todos seres humanos com a mesma capacidade de errar e aprender e que a máxima de que devemos aprender observando os erros dos outros não é tão real assim.
Para aprender devemos cometer nós mesmos os erros para que eles tenham siginificado de aprendizagem dentro do contexto da NOSSA vida.
Coisa engraçada a vida...
Ontem tive mais certeza disso...
Não importa o que a gente faça, o mundo dá voltas e voltas e a justiça acontece aqui mesmo....
Que coisa!
Esse fim de semana foi extremamente difícil pra mim.
E acredito que esteja se aproximando o tempo que vou ter que encarar algumas decisões que venho protelando há alguns dias.
EScolhas, escolhas e mais escolhas.
Como posso saber meu Deus?
Como posso ser tão dona assim das minhas escolhas....e embora eu saiba que está em minhas mãos será que tenho como lidar com isso?
Será que vou me esconder atrás das cortinas da hipocrisia e brincar um pouco mais de caçadora?
As vezes cansa ser eu, não, não pensa assim!
Não que ser eu seja algo muito maravilhoso ou excitante; ou ainda cansativo e monótono....
Não....
É que cansa ter que viver nesse emaranhado de sentimentos complicados e decisões furtivas que eu mesma criei.
Queria não ser tão profunda. Ou tão idiota...
Ou ainda quem sabe tão egocêntrica....
Opa! Forte demais essa colocação...
Não posso ser egocêntrica.
Posso ser hipócrita, ou estar hipócrita...
Posso ser complicada (isso eu sou mesmo, não estou) posso ser profunda (até demais)
posso ser muitas coisas....Mas minha condição eu mesma criei, personalidade eu diria.
Queria não ter me transformado nisso, esta sendo dificil ser eu neste momento.
Mas tenho que lidar com as coisas que crio.
Viu só?
Em plena segunda feira, papos profundos e psico-filosóficos (acho q inventei isso)pra confudir a cabeça de qq um...
Desconsidera tudo isso querido leitor.
Eu não sou bem certa mesmo...Sou incapaz de certas coisas...
Inclusive de evitar falar nisso tudo.....mas fazer oq?
Essa sou simplesmente eu!
segunda-feira, 6 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Morre lentamente!!
"Morre lentamente
Quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem não encontra graça em si mesmo
Morre lentamente
Quem destrói seu amor próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente
Quem se transforma em escravo do hábito
Repetindo todos os dias os mesmos trajeto,
Quem não muda de marca,
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou
Não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, Justamente as que resgatam o brilho dos
Olhos e os corações aos tropeços.
Morre lentamente
Quem não vira a mesa quando está infeliz
Com o seu trabalho, ou amor,
Quem não arrisca o certo pelo incerto
Para ir atrás de um sonho,
Quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, Fugir dos conselhos sensatos...
Viva hoje !
Arrisque hoje !
Faça hoje !
Não se deixe morrer lentamente !"
Martha Medeiros
Quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem não encontra graça em si mesmo
Morre lentamente
Quem destrói seu amor próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente
Quem se transforma em escravo do hábito
Repetindo todos os dias os mesmos trajeto,
Quem não muda de marca,
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou
Não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, Justamente as que resgatam o brilho dos
Olhos e os corações aos tropeços.
Morre lentamente
Quem não vira a mesa quando está infeliz
Com o seu trabalho, ou amor,
Quem não arrisca o certo pelo incerto
Para ir atrás de um sonho,
Quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, Fugir dos conselhos sensatos...
Viva hoje !
Arrisque hoje !
Faça hoje !
Não se deixe morrer lentamente !"
Martha Medeiros
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Pra pensar....
"Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião...
Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a
mesma...
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar...
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Fácil é ditar regras e,
Difícil é segui-las...
Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a
mesma...
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar...
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Fácil é ditar regras e,
Difícil é segui-las...
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Frase da semana!
"Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa vida.
Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam.
O que você diz - com todo respeito - é apenas o que você diz. "
(Martha Medeiros)
Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam.
O que você diz - com todo respeito - é apenas o que você diz. "
(Martha Medeiros)
Quem sou eu?
Quem sou eu? Continuo perplexo. Não sei traçar uma moldura precisa para mim mesmo.
Sou a mistura dos sons, paladares e cores de minha terra; o tamborilar da chuva na telha de barro que ressoa desde o lar mais remoto; a memória sobrevivente de ancestrais já defuntos; o aroma de uma velha cozinha mal cuidada; a ruptura de desejos pueris; o escombro de tragédias sem reposta; a sintaxe de um idioma que se fez pátria; a sede do transcendente que reluz nos olhos inquietos de um menino; o medo perene da rejeição; a carência de um peito acolhedor; a encarnação do fracasso repetido; a vertebração de perseverar como dever; o profeta da impotência; o criador da cisma infundada; o filho que se alterna terno e insensível; o pêndulo que confunde melancolia com nostalgia; o covarde que se revela tenaz; o corajoso que claudica; o cético cheio de fé; o santo que não passa de ordinário.
Sou a mistura dos sons, paladares e cores de minha terra; o tamborilar da chuva na telha de barro que ressoa desde o lar mais remoto; a memória sobrevivente de ancestrais já defuntos; o aroma de uma velha cozinha mal cuidada; a ruptura de desejos pueris; o escombro de tragédias sem reposta; a sintaxe de um idioma que se fez pátria; a sede do transcendente que reluz nos olhos inquietos de um menino; o medo perene da rejeição; a carência de um peito acolhedor; a encarnação do fracasso repetido; a vertebração de perseverar como dever; o profeta da impotência; o criador da cisma infundada; o filho que se alterna terno e insensível; o pêndulo que confunde melancolia com nostalgia; o covarde que se revela tenaz; o corajoso que claudica; o cético cheio de fé; o santo que não passa de ordinário.
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