Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia.
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira.
Mas não sou mais
Tão criança a ponto de saber tudo
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você
quinta-feira, 28 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Pra você
[ Te olho nos olhos e você reclama
Que te olho muito profundamente.
Desculpa,
Tudo que vivi foi profundamente...
Eu te ensinei quem sou...
E você foi me tirando...
Os espaços entre os abraços,
Guarda-me apenas uma fresta.
Eu que sempre fui livre,
Não importava o que os outros dissessem.
Até onde posso ir para te resgatar?
Reclama de mim, como se houvesse a possibilidade...
De me inventar de novo.
Desculpa...se te olho profundamente,
Rente à pele...
A ponto de ver seus ancestrais...
Nos seus traços.
A ponto de ver a estrada...
Muito antes dos seus passos.
Eu não vou separar as minhas vitórias
Dos meus fracassos!
Eu não vou renunciar a mim;
Nenhuma parte, nenhum pedaço do meu ser
Vibrante, errante, sujo, livre, quente.
Eu quero estar viva e permanecer
Te olhando profundamente. ]
Que te olho muito profundamente.
Desculpa,
Tudo que vivi foi profundamente...
Eu te ensinei quem sou...
E você foi me tirando...
Os espaços entre os abraços,
Guarda-me apenas uma fresta.
Eu que sempre fui livre,
Não importava o que os outros dissessem.
Até onde posso ir para te resgatar?
Reclama de mim, como se houvesse a possibilidade...
De me inventar de novo.
Desculpa...se te olho profundamente,
Rente à pele...
A ponto de ver seus ancestrais...
Nos seus traços.
A ponto de ver a estrada...
Muito antes dos seus passos.
Eu não vou separar as minhas vitórias
Dos meus fracassos!
Eu não vou renunciar a mim;
Nenhuma parte, nenhum pedaço do meu ser
Vibrante, errante, sujo, livre, quente.
Eu quero estar viva e permanecer
Te olhando profundamente. ]
sábado, 16 de maio de 2009
O AMOR NOS TEMPOS DE HOJE
O AMOR NOS TEMPOS DE HOJE
Martha Medeiros ( Zero Hora/ 22 de março de 2009)
Da televisão, ele sumiu, evaporou.
Da internet ele nunca chegou.
Nas páginas de revista, faz tempo que não dá as caras.
Foi trocado pela paixão instantânea e pelo sexo ocasional.
O amor, lembra?
Os casais se unem por desejo, oportunidades, conveniência...
Todos querem se apaixonar amanhã e somar um nome a mais no seu currículo pessoal de aventuras.
Cultivar o amor, pra sempre?
Nem pensar...
O amor deixou de ser inspirados.
Já deu os versos que tinha que dar.
O amor demora muito para se estabelecer e depois dura demais.
Quem tem paciência e tempo, hoje, para se dedicar a uma só pessoa?
Amor faz sofrer, chorar, angustiar...
O amor é díficil de se concretizar da maneira como o idealizamos.
Todo amor parece impossível, tanto em livros como na vida real.
E talvez esteja aí a razão da sua forma e mistério e do medo que ele nos provoca.
Amor é mais exigente que a paixão: ele pressupõe a reconstrução de duas vidas apartir de um olhar!
Enquanto a paixão se esgota e não quer o amanhã, o amor é ambicioso, se pretende eterno, e para pavimentar essa eternidade não se mede esforços.
É um chamado interno do coração, o amor abre os olhos e paixão os fecha.
O amor é uma loucura disfarçada de sanidade.
Se não fosse uma loucura, o amor não seria o que é, profundo, rebelde e transformador.
Amar é a transgressão maior.
É quando rompemos com a nossa solidão para inaugurar uma vida compartilhada e inédita.
Isso é ou não é uma doideira?
O amor e autodesconhecimento, você começa a conviver com quem se ama...
Diante dessa página em branco, somos obrigados a nos passar a limpo...
Todos nós já tivemos chance de amar uma ou várias vezes.
Amores curtos, mas inesquecíveis..
Amores que terminaram, naufragaram, mas que nos amadurecem
Amores duradoros, que não acabaram
Todos eles nos incentivam a continuar a tentar, porque de amar ninguém desiste.
O desprestígio do amor talvez venha da pressa de viver, da urgência dos dias, da necessidade de aproveitar cada instante: é como se o amor fosse um impedimento para o prazer.
Francamente o que se aproveita, de fato, quando não se sente coisa alguma.
Do que se conclui, que o amor nunca será cafona, pois nada é tão revolucionário e poderoso do que, o que a gente sente.
Nada, nem mesmo o que a gente pensa
Martha Medeiros ( Zero Hora/ 22 de março de 2009)
Da televisão, ele sumiu, evaporou.
Da internet ele nunca chegou.
Nas páginas de revista, faz tempo que não dá as caras.
Foi trocado pela paixão instantânea e pelo sexo ocasional.
O amor, lembra?
Os casais se unem por desejo, oportunidades, conveniência...
Todos querem se apaixonar amanhã e somar um nome a mais no seu currículo pessoal de aventuras.
Cultivar o amor, pra sempre?
Nem pensar...
O amor deixou de ser inspirados.
Já deu os versos que tinha que dar.
O amor demora muito para se estabelecer e depois dura demais.
Quem tem paciência e tempo, hoje, para se dedicar a uma só pessoa?
Amor faz sofrer, chorar, angustiar...
O amor é díficil de se concretizar da maneira como o idealizamos.
Todo amor parece impossível, tanto em livros como na vida real.
E talvez esteja aí a razão da sua forma e mistério e do medo que ele nos provoca.
Amor é mais exigente que a paixão: ele pressupõe a reconstrução de duas vidas apartir de um olhar!
Enquanto a paixão se esgota e não quer o amanhã, o amor é ambicioso, se pretende eterno, e para pavimentar essa eternidade não se mede esforços.
É um chamado interno do coração, o amor abre os olhos e paixão os fecha.
O amor é uma loucura disfarçada de sanidade.
Se não fosse uma loucura, o amor não seria o que é, profundo, rebelde e transformador.
Amar é a transgressão maior.
É quando rompemos com a nossa solidão para inaugurar uma vida compartilhada e inédita.
Isso é ou não é uma doideira?
O amor e autodesconhecimento, você começa a conviver com quem se ama...
Diante dessa página em branco, somos obrigados a nos passar a limpo...
Todos nós já tivemos chance de amar uma ou várias vezes.
Amores curtos, mas inesquecíveis..
Amores que terminaram, naufragaram, mas que nos amadurecem
Amores duradoros, que não acabaram
Todos eles nos incentivam a continuar a tentar, porque de amar ninguém desiste.
O desprestígio do amor talvez venha da pressa de viver, da urgência dos dias, da necessidade de aproveitar cada instante: é como se o amor fosse um impedimento para o prazer.
Francamente o que se aproveita, de fato, quando não se sente coisa alguma.
Do que se conclui, que o amor nunca será cafona, pois nada é tão revolucionário e poderoso do que, o que a gente sente.
Nada, nem mesmo o que a gente pensa
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Apareceu você!
Eu não estava bem,
Nem esperava por alguém.
Cansada de perder,
Sempre no jogo do querer,
Desenganada,
Não acreditava em mais nada.
Apareceu você
E uma luz se acendeu.
Como um anjo lindo
Que o céu me deu.
Apareceu você
E o meu mundo virou.
Eu te procurei,
O teu amor me encontrou.
Sabe me entender,
Pelos teus olhos posso ver,
Seja como e onde for,
Você me aceita como eu sou,
Me faz acreditar
Que tudo posso alcançar.
Apareceu você,
E uma luz se acendeu
Como um anjo lindo
Que o céu me deu.
Apareceu você,
E o meu mundo virou.
Eu te procurei,
O teu amor me encontrou.
Apareceu você,
E uma luz se acendeu
Como um anjo lindo
Que o céu me deu.
Apareceu você
E o meu mundo virou.
Eu te procurei,
O teu amor me encontrou,
O teu amor me encontrou!
Nem esperava por alguém.
Cansada de perder,
Sempre no jogo do querer,
Desenganada,
Não acreditava em mais nada.
Apareceu você
E uma luz se acendeu.
Como um anjo lindo
Que o céu me deu.
Apareceu você
E o meu mundo virou.
Eu te procurei,
O teu amor me encontrou.
Sabe me entender,
Pelos teus olhos posso ver,
Seja como e onde for,
Você me aceita como eu sou,
Me faz acreditar
Que tudo posso alcançar.
Apareceu você,
E uma luz se acendeu
Como um anjo lindo
Que o céu me deu.
Apareceu você,
E o meu mundo virou.
Eu te procurei,
O teu amor me encontrou.
Apareceu você,
E uma luz se acendeu
Como um anjo lindo
Que o céu me deu.
Apareceu você
E o meu mundo virou.
Eu te procurei,
O teu amor me encontrou,
O teu amor me encontrou!
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Quando
Quando eu quis me aproximar
Você fingiu que não me via
Quando eu fui me declarar
Você fugiu para outra esquina
E quando eu quis parar você
E quando eu fui te convencer...
Quando a minha mão firmou
Você sorriu, eu trepidava
Quando o furacão passou
A tua boca é que ventava
Se eu parasse o tempo ali
E eu não tivesse mais que ir
Você me acompanhava e me daria a mão?
Na sua calmaria
Eu iria ser vulcão
E quando o sol se for
E o frio me tocar
É com você que eu vou estar
Quando a minha mão firmou
Você sorriu, eu trepidava
Quando o furacão passou
A tua boca é que ventava
Se eu parasse o tempo ali
E eu não tivesse mais que ir
Você me acompanhava e me daria a mão?
Na sua calmaria
Eu iria ser vulcão
E quando o sol se for
E o frio me tocar
É com você que eu vou estar...
Você fingiu que não me via
Quando eu fui me declarar
Você fugiu para outra esquina
E quando eu quis parar você
E quando eu fui te convencer...
Quando a minha mão firmou
Você sorriu, eu trepidava
Quando o furacão passou
A tua boca é que ventava
Se eu parasse o tempo ali
E eu não tivesse mais que ir
Você me acompanhava e me daria a mão?
Na sua calmaria
Eu iria ser vulcão
E quando o sol se for
E o frio me tocar
É com você que eu vou estar
Quando a minha mão firmou
Você sorriu, eu trepidava
Quando o furacão passou
A tua boca é que ventava
Se eu parasse o tempo ali
E eu não tivesse mais que ir
Você me acompanhava e me daria a mão?
Na sua calmaria
Eu iria ser vulcão
E quando o sol se for
E o frio me tocar
É com você que eu vou estar...
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