Sentimento estranho este que nos assola quando nos despedimos de algo ou alguém que foi importante pra nós.
Que nos marcou.
Quem me conhece sabe o tamanho do meu amor pela minha história, pelas minhas escolhas e pelos lugares que vivi. Mais ainda, meus amigos sabem do tamanho do meu amor por Porto Alegre...
Cheguei em POA em junho de 2007. Dia 25 agora completou exatos 6 anos que passei a morar lá... E fui embora em outubro de 2010. Ou seja, foram quase 3 anos e meio vivendo numa cidade que marcou uma das fases mais importantes da minha vida.
Hoje eu posso resumir (superficialmente) que foi uma época divisora de águas na minha cronologia. Cheguei lá num fim de um ciclo e sai em um início de outro. Pode até parecer confuso mas a verdade é que a menina que chegou lá não era a moça que se foi embora. E as marcas e experiências que eu trouxe na bagagem resultaram na mulher que sou hoje.
Porto Alegre é meu lugar preferido no mundo. E mesmo que eu não conheça tantos outros lugares assim no mundo, tenho a plena convicção de que é lá mesmo...
Foi lá que eu curei um coração partido só pra partí-lo de novo.
Foi lá que conquistei minha profissão, criei minha imagem profissional, (cresci mesmo), no amplo sentido da palavra. Cometi erros terríveis, me envergonhei de muitas coisas, aprendi DEMAIS, fiz mais que colegas e clientes, fiz bons amigos e entendi porque de fato estou neste mundo.
E foi lá que tentei criar raízes com a emoção de conquistar meu primeiro apartamento...
Ele era lindo, foi amor a primeira vista...Do jeito que eu queria....tá...não tão igual,mas muito muito melhor do que pensava que conseguiria com as poucas economias que tinha :)
E fui muito feliz. Muito mesmo.
Então por que o sentimento de despedida??? Porque ele se foi. Nesta quinta assino de fato a venda dele. Vai fazer outra pessoa feliz certamente.... E então quando a ficha vai caindo o que de fato estou prestes a fazer...Dá um aperto no peito...e vem esse sentimento de despedida...
Ah...OK. Sou uma escorpiana nata quando se trata de emoções. Posso até segurar um pouco a demonstração, mas sempre tem aquela hora que desagua. Sou de água, uma hora tenho que demonstrar...
Vou ver se consigo ir nele uma última vez, andar pela minha sala, sentar no meu sofá, e agradecer por ele de fato cumprir a promessa que me fez secretamente na primeira noite que dormi lá: Me fazer IMENSAMENTE feliz! :)))
terça-feira, 2 de julho de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
Amigo de ex namorado? Eu não....

Numa conversa entre amigos, no último fim de semana....entre tantos papos regados a vinho cabernet sauvignon, apareceu o seguinte tema: ser ou não ser amigo de ex namorado (a).
Eu fui muito clara em relação a isso: Salvo uma única exceção, eu NÃO fico amiga de ex namorado.
Não adianta...não faço questão de conviver, não quero saber da vida, nem por onde anda, nem olhar fotos em facebook, nem qualquer coisa da família também.
O que no final, é muito triste porque uma das coisas que mais me dói deixar quando um namoro termina é a família do dito cujo.
Mais uma vez, salvo uma única exceção, sempre me dei bem com meus cunhados (as), com meus sogros e acreditem, com as minhas sogras!
Sim eu amei todas as minhas sogras como mãe e sei que elas curtiram muito ter euzinha como nora! :)
Mas voltando ao fato de não querer contato com ex, fui indagada do por que de tal atitude...
Oras...não é obvio pra você?
Se acabou, é porque não tem motivo algum pra estarmos juntos e muito menos sermos amigos....ué.... pra mim isso é tão claro como água cristalina....
Sou do tipo de garota que esgota possibilidades e consequentemente os sentimentos. Vou até o fim, bebo a última gota do copo e se der, ainda tasco uma lambida que é pra ter certeza que acabou.
Não desisto fácil ,tento todas as maneiras, me invento e reinvento mas se não deu certo meu bem...não dá mais....
Acabou, fim da linha. Não aparece mais na minha frente (heheheh)
O engraçado é que aquela exceção da qual comentei só persiste porque antes de namorarmos fomos amigos.
E mesmo assim ele não é minha escolha pra ir ao cinema ou comer batata frita junto de outros amigos quando me dá na telha. Sair junto com ex não dá...né?
E soma ai, minha linda perspectiva escorpiana de ser mega ciumenta e possessiva...e pronto! TAÍ!
Nem que eu quisesse, viveria em paz (nem que por um curto espaço de tempo) convivendo com algum ex.
Acabou, eu vivo meu luto (de períodos variáveis e proporcionais ao romance) e parto pra outra...
Aliás é justamente nessa época que aproveito pra limpar meu guarda roupa, jogar fora cartas de amor e fotos esquecidas na gaveta...porque tudo é passagem e não é de mim guardar energia velha. Me abro pro novo, não arrasto correntes e o que foi bom da relação eu guardo no coração.
E não pense você que estou cuspindo no prato não!!
Passou por mim na rua, serei educada, posso até cumprimentar e quem sabe? Trocar algumas poucas palavras.
Posso olhar com agrado, sorrir levemente mas é só. Nada de trocar números ou dizer pra onde me mudei.
Se fosse bom pra mim estava na minha vida. Se não está, voluntariamente ou não, falta não vai fazer.
Então só me resta desejar o bem e olhar pra frente. Por que é pra lá que vão meus sonhos.
Não é?

quinta-feira, 23 de maio de 2013
Ciúmes de você!
Nossa senhora....como eu sou CIUMENTA!
Eu odeio quando isso acontece....quando fica esse "ciuminho" besta retumbando na minha cabeça. Ameaçando meu sono.
Cansei dessa vida de gostar de alguém. De ter uma pessoa nos meus pensamentos quase 24 horas por dia.
Cansei de ficar ansiosa, nervosa, cheia de saudade, triste, carente, e ao mesmo tempo feliz por ele estar na minha história.
Cansei.
É tão mais fácil quando a gente desapega, quando não faz assim tanta diferença a ponto de você perceber e decorar o nome de cada mulher que puxa papo com ele nas redes sociais...
Oh!!! Droga, droga droga!
To me sentindo uma garota besta de 15 anos, mega insegura e com um baita medo de cair no cantinho do esquecimento do cérebro amado.
Daí eu venho aqui e desabafo, achando que assim vai passar um pouco dessa besteirada toda...que nada.
Mas pelo menos eu dou risada desse texto medonho e praticamente nu de mim.
Pelo menos eu pratico a graça de mim mesma e tento parecer uma super mulher lidando com seus sentimentos.
Só que não.
Prefiro a parte de assumir que você mexe comigo e que eu estou morrendo de ciúmes de você!
Eu odeio quando isso acontece....quando fica esse "ciuminho" besta retumbando na minha cabeça. Ameaçando meu sono.
Cansei dessa vida de gostar de alguém. De ter uma pessoa nos meus pensamentos quase 24 horas por dia.
Cansei de ficar ansiosa, nervosa, cheia de saudade, triste, carente, e ao mesmo tempo feliz por ele estar na minha história.
Cansei.
É tão mais fácil quando a gente desapega, quando não faz assim tanta diferença a ponto de você perceber e decorar o nome de cada mulher que puxa papo com ele nas redes sociais...
Oh!!! Droga, droga droga!
To me sentindo uma garota besta de 15 anos, mega insegura e com um baita medo de cair no cantinho do esquecimento do cérebro amado.
Daí eu venho aqui e desabafo, achando que assim vai passar um pouco dessa besteirada toda...que nada.
Mas pelo menos eu dou risada desse texto medonho e praticamente nu de mim.
Pelo menos eu pratico a graça de mim mesma e tento parecer uma super mulher lidando com seus sentimentos.
Só que não.
Prefiro a parte de assumir que você mexe comigo e que eu estou morrendo de ciúmes de você!
domingo, 21 de abril de 2013
O que é necessário entender.
É engraçado como eu tenho mudado nos últimos meses...
Como eu tenho desenvolvido meus pensamentos, minhas ações e atitudes, como tenho me diferenciado da menina que fui pra mulher que sou.
Na verdade isso é bem assustador, mas no “infligir dos ovos” são as mudanças necessárias para se ter uma vida mais equilibrada.
Não é mais qualquer coisa que me satisfaz, não é qualquer programa que me atrai, não é qualquer opinião ou conversa que me deslumbra.
Não são mais as atitudes dos outros ou seus julgamentos que me magoam, tá...até pode ser que alguma coisa me machuque, não sou de pedra também, mas rapidamente depois de uma ofensa ou grosseria, direciono meu pensamento para minhas compreensões mais profundas daquele ser humano.
Infelizmente, a maldade humana está cada vez mais presente no atos diários, nas palavras impensadas ditas numa discussão, numa atitude egoísta e egocêntrica das pessoas. As mudanças que ocorrem na sociedade passam erroneamente, a ideia de que somos livres para falar o que quiser e fazer o que bem entender, seja com nosso corpo ou com nossa língua. E para mim esse talvez seja o mal da nossa época.
As conquistas que devemos buscar, ainda estão aliadas ao amor ao próximo, ao respeito e a admiração que devemos ter com a pessoa ao lado. Nossas atitudes ainda são ligadas ao coração de outras pessoas. E constantemente venho observando os outros se esquecendo disso.
Daí, quando eu ouço uma amiga solteira dizer que está difícil amar e ser amada, encontrar um cara legal, que queira um relacionamento...etc, etc, etc, eu me pergunto: Quanto das nossas atitudes influenciam o querer de alguém?
Na verdade, não vim aqui falar de relacionamentos, nem na falta de qualidade deles...mas queria desenvolver esta ideia que está cada vez mais presente no meu dia-a-dia: Quão responsáveis somos pelo amor que recebemos? Quão responsáveis somos pela educação que temos? Quão responsáveis somos pelo nosso amadurecimento?
E eu respondo: Total e completamente responsáveis.
Somos exatamente aquilo que queremos ser, somos aquilo que nos tornamos quando não compreendemos o outro e quando não nos colocamos a disposição do mundo.
Somos aquilo que não damos e aquilo que compartilhamos. Somos nossas atitudes e escolhas diárias.
Somos aquilo que queremos, aquilo que nos satisfaz, aquilo que valorizamos, aquilo que comemos, somos aquilo que lemos, aquilo que fazemos quando nas horas vagas...
Somos a importância que damos a cada pedaço do dia.....e bem por isso percebo como tenho mudado no últimos meses....
Porque não é mais qualquer coisa que me satisfaz, não é mais qualquer programa que me atrai e não é qualquer opinião ou conversa que me deslumbra. ...
Não mais.
Como eu tenho desenvolvido meus pensamentos, minhas ações e atitudes, como tenho me diferenciado da menina que fui pra mulher que sou.
Na verdade isso é bem assustador, mas no “infligir dos ovos” são as mudanças necessárias para se ter uma vida mais equilibrada.
Não é mais qualquer coisa que me satisfaz, não é qualquer programa que me atrai, não é qualquer opinião ou conversa que me deslumbra.
Não são mais as atitudes dos outros ou seus julgamentos que me magoam, tá...até pode ser que alguma coisa me machuque, não sou de pedra também, mas rapidamente depois de uma ofensa ou grosseria, direciono meu pensamento para minhas compreensões mais profundas daquele ser humano.
Infelizmente, a maldade humana está cada vez mais presente no atos diários, nas palavras impensadas ditas numa discussão, numa atitude egoísta e egocêntrica das pessoas. As mudanças que ocorrem na sociedade passam erroneamente, a ideia de que somos livres para falar o que quiser e fazer o que bem entender, seja com nosso corpo ou com nossa língua. E para mim esse talvez seja o mal da nossa época.
As conquistas que devemos buscar, ainda estão aliadas ao amor ao próximo, ao respeito e a admiração que devemos ter com a pessoa ao lado. Nossas atitudes ainda são ligadas ao coração de outras pessoas. E constantemente venho observando os outros se esquecendo disso.
Daí, quando eu ouço uma amiga solteira dizer que está difícil amar e ser amada, encontrar um cara legal, que queira um relacionamento...etc, etc, etc, eu me pergunto: Quanto das nossas atitudes influenciam o querer de alguém?
Na verdade, não vim aqui falar de relacionamentos, nem na falta de qualidade deles...mas queria desenvolver esta ideia que está cada vez mais presente no meu dia-a-dia: Quão responsáveis somos pelo amor que recebemos? Quão responsáveis somos pela educação que temos? Quão responsáveis somos pelo nosso amadurecimento?
E eu respondo: Total e completamente responsáveis.
Somos exatamente aquilo que queremos ser, somos aquilo que nos tornamos quando não compreendemos o outro e quando não nos colocamos a disposição do mundo.
Somos aquilo que não damos e aquilo que compartilhamos. Somos nossas atitudes e escolhas diárias.
Somos aquilo que queremos, aquilo que nos satisfaz, aquilo que valorizamos, aquilo que comemos, somos aquilo que lemos, aquilo que fazemos quando nas horas vagas...
Somos a importância que damos a cada pedaço do dia.....e bem por isso percebo como tenho mudado no últimos meses....
Porque não é mais qualquer coisa que me satisfaz, não é mais qualquer programa que me atrai e não é qualquer opinião ou conversa que me deslumbra. ...
Não mais.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Tempo

"Estou aprendendo a amar o tempo. Tempo que antes cansava hoje me ensina.
Estou aprendendo a amar os maus momentos. Eles me treinam.
Alcançar ressurreição sem padecer não é seguir os passos de Cristo. Ressurreição sem morte é um atalho pra eternidade que dá em uma rua sem saída.
Bônus sem ônus é pular etapas fundamentais para a estrutura que seu prêmio vai exigir de você.
Estou aprendendo a amar meus inimigos.
Cada um deles me aperfeiçoa em algo que em algum momento eu pedi pra Deus. O que seria de mim sem eles?
Estou aprendendo a entregar meus inícios sem deduzir o fim.
O amanhã é de Deus. Cabe a mim ser totalmente d Ele eternamente hoje. E amanhã me comprometer novamente.
Mergulhada em oração descubro que me descabelo por tão pouco e o infinito é logo ali. É preciso Tempo para respirar...
Estou aprendendo a amar o tempo. Seus hiatos me protegem, seus silêncios me conduzem, e ele sempre e sempre me ensina muito."
- Bianca Toledo
Assinar:
Postagens (Atom)